EneidaVirgíliotrad. Manuel Odorico MendesDomínio público
Eneida
Virgílio · tradução de Manuel Odorico Mendes, 1854
- Autor
- Virgílio
- Tradutor
- Manuel Odorico Mendes
- Tradução
- 1854
- Extensão
- 12 livros · 10.042 versos
- Direitos
- Domínio público. Odorico Mendes morreu em 1864; a tradução é livre há mais de um século.
- Fonte
- eBooksBrasil
Quem escreveu e quem traduziu
Virgílio70–19 a.C.Públio Virgílio Marão, de Mântua. Morreu antes de rever a Eneida e pediu que fosse queimada; Augusto mandou publicá-la assim mesmo.1 obra no acervo
Manuel Odorico Mendes1799–1864Maranhense, deputado e helenista. Traduziu Homero e Virgílio inteiros em decassílabos condensados, com vocabulário próprio e notas volumosas. Morreu em 1864: a obra é livre há mais de um século.3 obras no acervoLivros
- 01Eu, que entoava na delgada avena
- 02Prontos, à escuta, emudeceram todos
- 03Depois que em mal os deuses derribaram
- 04Já traspassada, em veias cria a chaga
- 05Firme o herói já dirige ao meio a frota
- 06Assim pranteia, e às naus demite as rédeas
- 07Tu não menos, Caieta ama de Enéias
- 08Mal Turno, os cornos rouco estrepitando
- 09Entretanto que ao longe isto sucede
- 10De par em par o onipotente Olimpo
- 11Já do oceano a aurora despontava.
- 12Turno, lendo nos olhos dos Latinos